Em muitas empresas, a cibersegurança parece resolvida.
Firewall instalado.
Backup configurado.
EDR ativo.
Tudo “verde” no painel.
Essa é, talvez, a mais perigosa sensação de proteção que um negócio pode ter.
O problema não está nas ferramentas. Está na forma como elas são tratadas.
Firewall sem gestão de regras criadas e esquecidas não protege.
Backup que não é validado constantemente não garante recuperação.
EDR sem monitoramento ativo vira apenas mais um software silencioso.
Ferramentas sozinhas não tomam decisão, não interpretam contexto e não respondem a incidentes reais.
Elas apenas existem.
Ataques não falham por falta de tecnologia.
Na maioria dos incidentes, o ataque acontece mesmo com tudo instalado.
Não porque a tecnologia seja ruim, mas porque ninguém estava olhando, validando e reagindo continuamente.
Cibersegurança não falha por ausência de produto.
Ela falha por ausência de gestão ativa do risco.
E isso cria um cenário comum:
A empresa acredita que está protegida — até o dia em que descobre que não estava.
Cibersegurança não é software. É operação contínua.
Diferente de outras áreas, cibersegurança não se resolve em um projeto.
Ela exige acompanhamento constante, ajustes, validações e resposta.
Por isso, falar apenas de ferramentas é insuficiente.
O que protege de fato é como elas são operadas no dia a dia.
Onde entra o SECaaS?
Cibersegurança como Serviço (SECaaS) não é um pacote de licenças e não é um “modelo de parceria” genérico.
É uma forma estruturada de prestar o serviço de cibersegurança com responsabilidade clara, operação contínua e decisão baseada em contexto.
No SECaaS, a proteção deixa de ser passiva.
Ela passa a ser monitorada, validada e operada continuamente.
Onde a Virtù faz a diferença
A Virtù atua justamente onde as ferramentas não chegam sozinhas.
Cuidamos para que firewall, backup, EDR e outros sistemas de proteção não sejam apenas itens instalados, mas parte de uma estratégia ativa de cibersegurança.
Monitoramos, respondemos e evoluímos a proteção todos os dias, para que a empresa não confunda “tudo verde” com “tudo sob controle”.
Se a segurança da sua operação depende apenas de ferramentas, talvez o risco não esteja sendo tratado da forma certa.
A Virtù existe para isso.
Cibersegurança como Serviço. Do jeito que deveria ser.
